Hidratando a Alma: Palestra “Vazio Existencial, Depressão e Suicídio” – Vitor Antenore Rossi

28 abril 2019

Hellloooouuu! Tudo certo?

Essa semana foi noticiado que uma ex assistente do Raul Gil com apenas 17 anos tinha cometido suicídio.

O assunto é “mais visto e lembrado” somente no setembro amarelo, porém, todos os minutos alguém faz a mesma coisa que a Yasmim Gabrielle.

Por isso a palestra de hoje é com o tema “Vazio Existencial, Depressão e Suicídio” feita pelo Vitor Antenore Rossi no Setembrar, realizado em Recife no ano de 2016.

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Vitor começa lembrando os motivos que levam as pessoas a fumarem e mostra um comparativo de que, inicialmente, os bebês são atendidos somente quando choram e outros tantos sinais são ignorados.

Comenta sobre como a mãe dá mais importância por seu filho ter virado fumante, porém, nunca prestou atenção nas suas ansiedades, insônias ou qualquer outro problema “menor” e corriqueiro.

Vitor lembra que o mesmo acontece com a pessoa que tenta o suicídio. Ela tentou várias formas de ser atendida antes e nada funcionou. Porém, quando ela tenta algo mais grave, aparecem os familiares ao seu redor e que isso fica registrado no seu inconsciente como sucesso.

O psicólogo conta suas histórias dos momentos em que trabalhava com pacientes em coma e/ou na UTI do hospital.

O palestrante, então, começa a falar sobre as questões sobre o suicídio em si. Compara que vivo é possível ter controle do seu corpo físico, andar e pedir ajuda. O mesmo não acontece quando você se mata, porém, continua vivendo e sem nenhum controle sobre o seu corpo.

Relembra que roubar tênis e celulares também é um suicídio, pois não se está aceitando as condições que lhe foram dadas nessa encarnação.

Vitor alerta que quando o fardo está pesado, quase sempre são problemas dos outros, pois Deus nunca dá fardos insuportáveis. E que nós somos os únicos responsáveis pela própria vida e saúde mental.

Também diz sobre as formas do suicídio simbólico e um dos exemplos é engravidar uma mulher e sumir. Ou seja: Está acontecendo o suicídio simbólico da paternidade.

O palestrante fala sobre as mudanças de energias entre casais e familiares, onde um avança com estudos e cresce pessoalmente e espiritualidade e a outra parte fica estagnada. Acaba que as pessoas ficam perto fisicamente e distantes emocionalmente.

Comenta que cada um está exatamente onde precisa estar e não confiar na programação que lhe foi dada é uma demonstração de ingratidão. E traz a metáfora do preso que está saindo da cadeia e briga com alguém para permanecer lá dentro.

Vitor relembra como as situações afetam as pessoas, onde elas assistem 11 palestras e só leva em conta a única ruim que viu. Passa 7 dias sendo amada e não se conforma de no 8º dia o outro querer ficar um pouco sozinho. Ou seja: Só enxerga o que acontece de ruim.

Diz que novas informações, leituras e pessoas precisam entrar nas cabeças de quem deseja cometer suicídio. Também é comentado da necessidade de se conversar sempre no mesmo tom de voz tanto no sucesso quanto no fracasso.

Aborda questões técnicas da psicologia na cabeça do indivíduo como a unidade funcional que é dividida em 3 fatores importantes: Percepção sensorial, tonalidade afetiva e componentes intelectuais.

Vitor lembra que o peso emocional é decidido pelo intelecto e percepção. E que a linha do que é cura e invasão é bem sutil.

Por fim, diz que até o último minuto de vida é possível mudar para a próxima encarnação seja diferente. E é necessário saber quais os pontos manifestados para o ato do suicídio, e assim, analisados e melhorá-los.

Eu fiquei tão surpresa porque não conhecia o palestrante e adorei. Tão gente como gente. Usando exemplos fáceis de serem entendidos e tudo de uma forma tão tranquila. Com certeza verei mais palestras dele.

E lembrando: Centro de Valorização da Vida funciona o ano inteiro e atendem 24 horas por dia. Qualquer coisa é só ligar 188 ou entrar em contato pelo site: https://www.cvv.org.br/

Qualquer dúvida ou sugestão é só escrever nos comentários ou enviar um e-mail para contato@hidratarvicia.com.br

Beijos! 😉

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Sobre
Ooooiee! Eu sou a Juliana, mais pode me chamar de Ju. :) Nasci e moro em Porto Alegre / RS. Sou Jornalista. Amo escrever. Sou espírita e adoro um hidratante corporal. Vem conferir como é normal ser espírita....ou vice versa. :P

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